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Líderes de segurança de TI priorizam investimentos em automação, Zero Trust e segurança baseada em APIs para proteger um ecossistema de TI em rápida transformação
Estudo global independente com 500 respondentes de nível sénior traça um quadro claro para o futuro da segurança de redeDallas, Texas | 23 de março de 2021 – Surgiram prioridades distintas no que respeita a responder às necessidades da rápida transformação da segurança de TI, concluiu um estudo independente patrocinado pela FireMon. O inquérito a 500 líderes de cibersegurança na América do Norte e na EMEA revelou os principais investimentos que as organizações estão a fazer e a fundamentação por detrás das suas decisões. «O estudo mostra que a conjugação de ameaças cada vez mais numerosas, da proliferação de arquiteturas híbridas e de nuvem, aliada a uma explosão do trabalho distribuído e remoto impulsionada pela pandemia, criou uma tempestade perfeita para as equipas de segurança de rede», afirmou Satin H. Mirchandani, Presidente e CEO da FireMon. «Não é de admirar que estejam a acrescentar novas tecnologias, arquiteturas e abordagens para garantir que as suas redes se mantêm protegidas.» O inquérito identificou cinco grandes áreas de investimento em segurança de rede:
- Automação – Mais de 50 por cento das organizações estão atualmente a investir na automatização da gestão de políticas para se protegerem de funções ineficientes e de risco, e 79 por cento afirmam que irão implementar orquestração e automação de segurança no prazo de dois anos para melhorar a agilidade e a capacidade de resposta.
- Zero Trust – 45 por cento das organizações planeiam implementar uma Zero Trust nos próximos 12 meses, juntando-se aos 17 por cento de organizações que já iniciaram este processo. Os principais impulsionadores são a maior necessidade de acesso remoto seguro (72 por cento), a redução do risco de cibersegurança (70 por cento) e o apoio à transição para arquiteturas de nuvem (51 por cento).
- Secure Access Service Edge (SASE) – 85 por cento das organizações já implementaram uma plataforma SASE ou planeiam fazê-lo no prazo de dois anos.
- Desalinhamento entre segurança e desenvolvimento – 82 por cento dos líderes de TI admitem que as suas equipas de desenvolvimento de aplicações (DevOps) e de operações de segurança de rede não estão bem
- Heterogeneidade e integração – Perante a crescente complexidade e heterogeneidade, 95% dos respondentes manifestam preocupação com a falta de integração entre as plataformas de segurança de rede e a sua infraestrutura de TI.
Na perspetiva da automação, os respondentes apontaram como principais impulsionadores a necessidade de aumentar a agilidade da segurança, acelerar a capacidade de resposta e reduzir o tempo médio de deteção e resolução de incidentes de segurança. Isto indica que a crescente complexidade da segurança de rede tornou os processos manuais insuficientes para acompanhar o ritmo acelerado da mudança. A automação é agora um imperativo. Com base nos resultados do inquérito, é também claro que a arquitetura Zero Trust alcançará uma ampla adoção para apoiar a transição para arquiteturas de nuvem e assegurar a segurança de uma força de trabalho cada vez mais remota. Ambas as tendências foram aceleradas pela COVID-19 e é altamente improvável que se invertam. Como parte desta transição para arquiteturas baseadas na nuvem, muitos respondentes planeiam implementar uma plataforma SASE para reduzir custos e complexidade e melhorar a segurança da sua força de trabalho distribuída e móvel. No entanto, existe o risco de falta de alinhamento na pressa de equilibrar a transição para ambientes de nuvem sem deixar de gerir a infraestrutura legada. É o que sucede sobretudo no que respeita às operações de segurança de rede e aos processos de desenvolvimento e entrega de aplicações. Este desalinhamento torna a implementação de aplicações mais lenta, aumenta o risco de indisponibilidade e cria atrito entre as equipas de segurança e de desenvolvimento. Para obter um maior alinhamento entre os processos de segurança e de desenvolvimento, mais de 8 em cada 10 organizações procuram integrar melhor os seus sistemas através de APIs abertas. Isto permite-lhes injetar capacidades de segurança nos fluxos de trabalho que preferem, proporcionando maior flexibilidade e facilitando a colaboração entre grupos. «A segurança de rede está a atravessar uma mudança tectónica. Novas tecnologias e abordagens tornar-se-ão rapidamente a norma, obrigando as equipas de segurança a repensar a forma como gerem as políticas de acesso e asseguram a conformidade num mundo em mudança e altamente heterogéneo», conclui Mirchandani. O estudo baseia-se num inquérito realizado em janeiro de 2021 pela Pulse Media, uma empresa de investigação com uma comunidade de conhecimento de 27 000 membros. O inquérito incluiu 500 diretores, vice-presidentes e quadros executivos de topo envolvidos na segurança de TI em organizações com 1.000 ou mais colaboradores na América do Norte e na EMEA. Entre os setores representados contam-se Finanças, Banca e Seguros, Retalho, Saúde e Assistência Social, Utilities e Administração Pública.Sobre a FireMon A FireMon é a única plataforma ágil de políticas de segurança de rede para firewalls e grupos de segurança na nuvem, proporcionando a forma mais rápida de simplificar a gestão de políticas de segurança de rede, que constitui um dos maiores entraves à agilidade das TI e da empresa. Desde que criou a primeira solução de gestão de políticas de segurança de rede de sempre, a FireMon tem assegurado o comando e controlo de infraestruturas complexas de segurança de rede a mais de 1.700 clientes em cerca de 70 países em todo o mundo. Para mais informações, visite firemon2023.wpenginepowered.com. Contacto: Sarah Shkargi FireMon sarah@tnsmediacomms.com
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