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Integrar a segurança no seu negócio cloud-first

by FireMon

Termos-chave

  • Nuvem
    Software, serviços e bases de dados que funcionam numa infraestrutura partilhada.
  • Cloud-first
    A ideia de que as organizações devem procurar executar na nuvem o maior número possível dos seus processos e fluxos de trabalho, considerando outros ambientes apenas depois de a nuvem ser excluída como a opção mais eficiente.
  • Visibilidade
    Um conhecimento abrangente da presença de todos os dispositivos e endpoints no ambiente e de todas as regras associadas aos mesmos.

O que é a transformação digital?

A transformação digital é a reformulação de toda uma organização – modelo de negócio, tecnologias, processos, experiências do cliente, estrutura organizacional e até cultura da empresa – para se tornar mais eficiente e ágil através da utilização de tecnologias digitais como a computação em nuvem, a automação e as APIs.

Porque falham as transformações digitais

A transformação digital exige uma mudança cultural em toda a organização. As palavras “Mas sempre fizemos assim” têm de ser eliminadas do vocabulário da empresa. Em vez disso, as pessoas devem perguntar: “Que parte deste processo podemos automatizar para criar uma experiência do cliente mais fluida ou simplificar um processo na nuvem?”

Muitas organizações cometem o erro de simplesmente copiar os seus processos manuais para um formato digital. Por exemplo, um prestador de serviços financeiros criou uma experiência do cliente que reproduzia os passos executados pelo seu sistema bancário central, ainda que cerca de 30 por cento desses passos fossem desnecessários no ambiente digital. Depois de investir milhões num laboratório de inovação, tudo o que a empresa alcançou foi dar aos seus clientes a possibilidade de percorrer dezenas de ecrãs em vez de dezenas de folhas de papel. A razão para este erro dispendioso foi que a cultura da empresa estava de tal modo habituada às limitações do seu sistema central com décadas que os responsáveis de negócio nunca questionaram se as coisas poderiam ser feitas de outra forma. Apenas 13 por cento das organizações começaram a ver retorno dos seus investimentos em transformações digitais empresariais – este é um exemplo de por que razão essa percentagem é tão baixa.

Uma transformação digital tem de emanar de dentro para fora. Analise a fundo e repense o que tem de mudar para suportar um modelo de negócio competitivo e não se preocupe com aquilo que não pode mudar devido às limitações de sistemas legados ou de estruturas organizacionais. Os sistemas e as estruturas podem sempre ser alterados.

Como priorizar uma estratégia de transformação digital

As iniciativas estratégicas de transformação digital devem contribuir para o maior número possível destas áreas:

  • Satisfação do cliente
  • Postura de segurança da infraestrutura
  • Poupança de custos para a empresa
  • Eficiência das pessoas
  • Inovação significativa

Diga não a passageiros clandestinos no seu percurso de transformação digital

Os maiores desafios apontados pelos inquiridos de nível executivo num inquérito recente da FireMon sobre o estado da segurança da nuvem híbrida são a falta de uma visão centralizada da informação entre ferramentas, o excesso de conjuntos de ferramentas e consolas de gestão a acompanhar e a falta de integração entre ferramentas.

Estes problemas são a origem de mais do que inconvenientes e ineficiências – são riscos de segurança. Quando uma organização não consegue ver exatamente o que e quem está na sua infraestrutura, está insegura. Assim, em última análise, a prioridade mais crítica para os profissionais de TI e de segurança que estão a transferir cargas de trabalho para a nuvem durante uma transformação digital é a visibilidade.

Visibilidade consiste em conseguir ver todos os dispositivos e endpoints do ambiente e as respetivas regras associadas, incluindo o que já foi colocado na nuvem.

A verdadeira visibilidade obtém-se através de um painel único que proporciona uma visão consolidada de todos os sistemas. Um painel único é importante porque, sem ele, as equipas de TI e de segurança ficam a saltar de consola em consola para trabalhar com dados baseados em métricas diferentes, difíceis ou impossíveis de compilar. Obter uma compreensão abrangente do estado da infraestrutura torna-se um jogo virtual de apanha-a-toupeira, no qual a empresa sai sempre a perder. Para que as empresas beneficiem plenamente de uma estratégia cloud-first, a sua principal prioridade deve ser a visibilidade total dos seus ambientes de TI novos e existentes.

4 formas como a visibilidade apoia a migração para a nuvem

1. Antes de decidir o que automatizar, certifique-se de que vale a pena automatizar

Utilize as suas capacidades de visibilidade para obter uma imagem clara do que já tem, para não desperdiçar recursos nem transportar risco ao transferir para a nuvem uma segurança desatualizada e não conforme. Assim que conseguir ver tudo o que tem e tiver consolidado a sua política de segurança, poderá automatizar o que deve ser automatizado e replicar os controlos on-premise adequados no seu ambiente de nuvem. E, uma vez que não vai necessariamente mover tudo, saiba o que fica para trás e porque o deixa, para poder determinar se deve reparar, substituir ou descartar esses sistemas.

2. Limpe antes de automatizar

A visibilidade irá expor processos e regras deficientes que têm de ser corrigidos ou eliminados antes da migração para a nuvem. Transportá-los “para corrigir mais tarde” criará dívida técnica e institucionalizará o risco. Por exemplo, a maioria das bases de regras de firewall contém regras ocultas, sombreadas, redundantes e sobrepostas, qualquer uma das quais pode causar problemas de rede, de segurança e de migração. Este tipo de questões tem de ser resolvido antes que possa introduzir risco na nova infraestrutura.

3. Orquestre as suas automações

A automação ponta a ponta é mais do que um conjunto de scripts. A automação atual pode proporcionar visibilidade, controlo e gestão da rede em tempo real. Mas, para concretizar essa funcionalidade, tudo tem de funcionar em conjunto de forma orquestrada. A orquestração reduz a complexidade da segurança híbrida, protege as aplicações à medida que escalam, expõe vulnerabilidades, elimina acumulações de pedidos de alteração e muito mais. A infraestrutura de uma empresa digitalmente transformada é significativamente mais complexa do que a de uma organização tradicional, pelo que a orquestração é obrigatória, já que simplesmente não há forma de executar manualmente todas estas tarefas no elevado número de sistemas inerente a um negócio digital.

4. Repense as suas equipas de segurança como parte do processo de conceção

Antes de migrar, alinhe as equipas responsáveis pela segurança, sobretudo se as funções de segurança on-premise e de nuvem estiverem divididas. Melhor ainda, unifique os seus recursos de segurança numa só equipa, para que não haja hipótese de lacunas ou redundâncias.

Proteja a sua estratégia de transformação digital com segurança automatizada

A maioria das empresas já iniciou o seu percurso de transformação digital. Mas, quer estejam apenas a começar ou próximas da conclusão, o destino comum é uma organização cloud-first mais rentável, mais capaz de responder, mais eficiente e mais centrada no cliente.

A visibilidade total ajudará estas organizações a ultrapassar os obstáculos do caminho. A visibilidade não só as impedirá de replicar e automatizar processos ineficientes, como as ajudará a manter a segurança na linha da frente de todas as suas operações. A configuração adequada das implementações na nuvem e a automação da gestão de políticas de segurança podem fazer avançar os seus esforços de transformação digital e permitir-lhes escalar os seus serviços e reorientar os seus modelos de negócio nos próximos anos, à medida que os seus mercados evoluem.

Na FireMon, temos impulsionado a inovação que permite aos clientes ver as suas implementações na nuvem da mesma forma que veem as suas infraestruturas on-premise, mesmo quando as configurações de segurança diferem substancialmente. A transformação digital é uma oportunidade para criar um painel que o acompanhe muito para lá do presente, mesmo quando o horizonte muda — neste caso, para onde quer que decida colocar cargas de trabalho e ativos digitais. Mas, para onde quer que vá, certifique-se de que os seus controlos de segurança o acompanham. Deve ter o mesmo nível de confiança na nuvem que tinha on-premise, e a mesma visibilidade, se não melhor.

Assuma hoje o controlo da segurança da sua nuvem, garantindo visibilidade e exercendo controlo. Descubra como a FireMon torna simples assumir o controlo da segurança na nuvem.

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